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domingo, 3 de abril de 2016

Parque São José- Ao colorir do Sol.

Oi blog e pessoas fofas que me leêm, tudo bem com vocês? Hoje é dia 3 de abril, e fui novamente no parque São José, o qual falei nesse post, nele falei também que dividiria as fotos em 3 posts, pois realmente cliquei muito naquele dia, e o post ficaria um tanto cansativo. Ao voltar lá, percebi que ainda não tinha publicado as fotos de antes, aliás eu sempre me lembro, porém hoje decidi que as publicaria. E aqui estou eu, prestes a mostrar-lhes ao lindas fotos que o Sol permitiu-me fotografar.
Quando o Sol apareceu foi um instante bem feliz, principalmente depois do frio congelante que o vento aquela tarde nos fizera passar. Logo que ele deixou de se esconder atrás das nuvens, não resisti fotografar a tão linda vista que ele proporcionou. Acho as fotografias com o toque do Sol tão lindas, gosto quando ele não se esconde atrás das nuvens, e acho que todas as pessoas não deveriam se esconder atrás das suas próprias nuvens, digo dos seus medos, deveriam sorrir e iluminar a vida como o parque estava iluminado agora. Todos são capazes, até mesmo você :).
Estava eu a ler esse lindo livro, de capa azul, o que logo lhe faz triste pois todos os livros de capa azul que conheço são tristes, essa é a mais pura verdade. Quando ao decorrer das páginas chorei, tanto que se o rio a minha frente secasse, seria eu ao ler aquele livro capaz de preenche-lo. Apesar de triste é uma bela história, pretendo conta-la a vocês outrora aqui no blog. Esse livro acabou com o meu psicológico. Essa é a mais pura verdade.
Minha mãe tinha a companhia de sua amiga, minha irmã a companhia de duas japonesas lindas, suas amigas também. Eu? Eu tinha a companhia de um livro de capa azul e uma câmera, e não me sentia só, me sentia lá, a direita do só, nas cordas do violão, ouvindo uma linda canção. É engraçado, as vezes sozinha não me sinto só, outras acompanhada me sinto perdida, e só. Mas ali, eu me sentia feliz.
O Sol me abraçava. 
As águas me acalmavam. 
A grama me chamava. 
As flores me pintavam.
Poeta até pude ser.
Aquele parque me fez viver.
Mas poesia melhor não existiria.
Do que aquele lugar que pra ti Deus fazia.
Poesie-se e deixe-se inundar pelo Sol.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Convescote no parque ♥ .

Oie bloguê e pessoas fofas que leem meus posts, tudo bem com vocês?
Deixe eu te contar! Ontem fui em um parque lindo de viver! Cheio de árvores, lagos, crianças brincando no parquinho... Enfim, um parque cheio de amor e felicidade. Tão lindo que eu não poderia deixa-lo passar sem alguns cliques e um post especialmente para ele, hoje apresento à vocês o parque São José, que fica em uma regão metropolitana de Curitiba, chamada São José dos Pinhais.
A mãe de uma amiga da minha irmã nos convidou para um convescote no parque, e em um sábado lindo de Sol seria loucura recusar. Então depois que eu e minha mãe fizemos as compras no mercado e buscamos a Gi (minha irmã <3) na catequese, voltamos para casa apenas para descarregar o carro, e então fomos para um parque que era 5 km de casa, o qual nunca havíamos ido. E então entramos no carro sem nem saber da beleza que estávamos prestes a encontrar.
Estacionamos nesse chãozinho de terra clara, e só no estacionamento do parque pensei o quão fotogênico ele é. Imagina em um dia de vento que a poeria do chão voa, cada foto linda que deve dar? Essa aí que eu tirei não ficou boa, mas qualquer dia desses vou lá com algumas amigas e tirar umas fotos bem lindas que nem aquelas de revista.
Gigi sendo fofa.
 Virando para o lado esquerdo vimos uma área verde linda, lagos nos quais podia até pescar e árvores de todos os tipos. Amor a primeira vista existe sim. Hahaha.
           





Parece que ele tava posando para mim tirar a foto, mas foi sem querer mesmo, nem conheço esse moço.
Escorregador diferentão
No parquinho tinha uns brinquedos muito diferentes (ui, diferentão), entretanto muito divertidos também.
Balanço triste.
Passamos muito frio (bem que meu pai falou, mas a teimosa aqui disse que tava Sol e não ia ficar frio), e no fim tomei na cara. O vento vinha forte, gelando nossa pele, congelando nosso nariz, e arrepiando nossa pele, o jeito foi se cobrir com uma toalha que minha mãe havia levado. Graças a Deus lá havia uma boa alma que fazia o piquenique conosco e tinha um casaquinho de lã de sobra, como a Gi não estava lá ela me deu e então minha mãe pode se cobrir com a toalha. Outrora o Sol resolveu parar de brincadeira e aparecer, nos aquecendo e aquecendoo coração do parque, deixando-o muito mais bonito! Mas já foram 41 fotos, e vou deixar vocês cansados de tantas fotos, por isso resolvi separar o post do parque em frio, Sol e Por-do-Sol. Se quiserem ver as outras fotos fiquem ligadas no blog, logo logo postarei :). Espero que tenham gostado dessas, beijossss, <3.